cinemaniaco

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Trailer do novo filme de Jeff Bridges.
Jeff Bridges é um ator que não simpatizava no início e achava meio canastrão, mas que com o passar do tempo sua evolução e carreira se expandiram incrivelmente, a ponto de considerá-lo um dos grandes atores hollywoodianos que carregam um genuíno ar independente e inteligente. Desde então comecei a torcer para Jeff Bridges ganhar um [...]
Trailer do novo filme de Jeff Bridges.
Jeff Bridges é um ator que não simpatizava no início e achava meio canastrão, mas que com o passar do tempo sua evolução e carreira se expandiram incrivelmente, a ponto de considerá-lo um dos grandes atores hollywoodianos que carregam um genuíno ar independente e inteligente. Desde então comecei a torcer para Jeff Bridges ganhar um Oscar. Após 4 indicações será que dessa vez ele leva? Tá com jeito que sim, pois o filme tem o mesmo ar de "last shot" do filme O Lutador com Mickey Rourke. Arrebenta, Jeff!!!
Será que é bão? - Trailer de Besouro
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Morre Patrick Swayze (1952-2009)
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Quando Jack Black tem esses rompantes, ele é único!
Delírio! Delírio! Delírio! O teaser trailer de AVATAR.
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Trailers: Tempos de Paz
Este é o trailer do novo filme de Daniel Filho, sobre a chegada de imigrantes europeus no Brasil à época da segunda Guerra Mundial. Um tema muito interessante, ótimo elenco e produção acima da média.
Radiohead - um dos melhores shows que já vi e ouvi...
Esse show sem dúvida vai entrar para a história. Eu considerei o show do REM sensacional, mas o do Radiohead foi de outro mundo! E show fica mais legal quando é feito em lugar aberto e espaçoso. Uns amigos reclamaram que o som no Rio tava baixo na parte do Radiohead, mas aqui em Sampa estava regular no Los Hermanos, com o ajuste dos instrumentos mais baixo e desregulado. Já na entrada do Kraftwerk o som melhorou e no Radiohead o som ficou perfeito (em ambos os sentidos, hehe).

A organização do show foi desastrosa (uma única saída estreita para uma dispersão de 30.000 pessoas?) e quem foi de carro deve ter passado um sufoco imenso, pois o estacionamento dos carros foi improvisado de qualquer jeito e teve muito carro assaltado. Como eu conheço aquela região, pois grande parte dela é o trajeto que faço quando vou ao Morumbi nos jogos do São Paulo, eu sabia me virar. Mas no dia seguinte escutei que tinha gente que demorou até 2 horas para sair de carro do lugar. Além disso, acabou água e comida antes do show pois não tinham mais fichas para venda!? Essa Plan Music tinha que ser processada! mas aqui no Brasil todo mundo já sabe...

Porém,  o show compensou todos os desgastes, pois o clima "bucólico e meio frio" da chácara foi mais um plus, além do excelente trabalho de luze. Extremamente profissionais no palco, com um som que funciona às mil maravilhas ao vivo, os caras do radiohead realmente trouxeram uma produção de show de nível internacional e tocaram por quase 2h e 20 minutos, num total de 26 músicas. Nota 10! Aqui segue o set list de Sampa:
Radiohead 
Chácara do Jóquei, São Paulo
22 de março de 2009

15 Step (In Rainbows)
There There (Hail To The Thief)
The National Anthem (Kid A)
All I Need (In Rainbows)
Pyramid Song (Amnesiac)
Karma Police (Ok Computer)
Nude (In Rainbows)
Weird Fishes/Arpeggi (In Rainbows)
The Gloaming (Hail To The Thief)
Talk Show Host (B-side - Trilha Sonora do filme Romeu e Julieta)
Optimistic (Kid A)
Maurice Jarre, um gênio (1924-2009)
Hoje é um dia muito triste para o cinema, pois morreu um dos maiores compositores de trilhas sonoras da sétima arte.  A trilha feita por Jarre para Lawrence da Arábia com toda aquela suntuosidade e exoticidade até hoje me emociona e é uma das coisas mais lindas já feitas para um filme. De arrepiar todos os fios do cabelo.

Quando eu penso num deserto, a sua música grandiosa logo vem à minha cabeça. E quem não conhece o famoso tema de Lara, feita para o épico Doutor Jivago? Maurice Jarre foi responsável por uma infinidade de grandes trilhas para o cinema e mesmo quando o filme não fosse tão bom, seu trabalho sempre era pautado pela qualidade. Ele trabalhava a sétima arte em sua essência, pois todo grande filme merece e deve ter uma trilha de qualidade.  

Com a grande música de Jarre, eu facilmente posso fechar meus olhos e lembrar quando Lawrence apaga a chama do fósforo e nela a famosa cena se funde com a imagem do deserto. E nisso viajar pelas dunas  gritando a plenos pulmões: To Aqaba!!!
Radiohead - tá chegando o grande dia!!!
O Radiohead toca hoje no Rio e domingo aqui em SP, onde todos os ingressos já foram vendidos.  Além desse grande show, teremos a volta da banda carioca Los Hermanos e um dos precursores do som eletrônico, o Kraftwerk. Enfim, não tem como ser ruim! Agora é esperar o grande momento. Enquanto isso, algumas músicas clássicas e sucessos desta grande banda:
Cena de Mestre #2: Tarantino e o inesquecível Pulp Fiction
Outra cena que fez meu queixo cair e deixá-lo cansado de tanto rir! Depois dessa, o céu não era mais o limite para Tarantino. Pulp Fiction possui várias cenas memoráveis e essa certamente é uma delas, além de bastante ousada para o até então insosso anos 90:



Outra grande cena, mas dessa vez uma brincadeira divertida com os diálogos memoráveis:
Grandes Cineastas #1: Jim Jarmusch
Jim Jarmusch é conhecido como o cineasta americano independente (palavra que ele mesmo odeia) dos anos 80 que deu voz às pessoas insignificantes e excluídas da sociedade, ou mesmo aquelas que são simplesmente estranhas e fora do conceito padrão, como ele mesmo.
Cult é uma definição que persegue todos os seus trabalhos, desde a sua obra-prima “Estranhos no Paraíso” até o mais recente “Flores Partidas”. Um interessante longa de sua filmografia é o semi-documentário "Sobre Café e Cigarros", projeto inicado em  1986 e que só foi lançado em seu formato final em 2004, pois se trata de várias conversas feitas ao longo desses anos com amigos e gente famosa da maneira mais descontraída possível.
Nascido em Akron, Ohio, em 22/02/53, Jarmusch fixou residência em Nova York, onde foi aluno do grande cineasta Nicholay Ray, um de seus incentivadores, na famosa  New York Film School. Seus estudos não foram até o fim, pois na sua urgência de filmar algo, logo abandonou os mesmos utilizando o dinheiro de sua bolsa para custear seu primeiro filme, Permanent Vacation (1980).
A princípio, o filme não foi bem recebido por seus professores, com exceção de Ray, que o ajudou. Filme de baixíssimo orçamento mas cheio de criatividade, Permanent Vacation abriu os olhos da crítica para esse talento promissor.
Seu filme seguinte, Estranhos no Paraíso (1982), é considerado por muito sua obra-prima e definitivamente colocou Jarmusch como um nome a ser respeitado. Aqui já se percebe os temas principais que irão pontuar toda a sua carreira daí em diante: longos planos reflexivos, personagens desencontrados, a decadência da cultura americana, a comunicação entre culturas diferentes e principalmente a falta da mesma.
Jim Jarmusch formou no cinema uma das parcerias musicais mais criativas de sua história com Tom Waits, responsável pelas trilhas e canções dos seus melhores filmes. Jarmusch/Waits formam uma união perfeita, incorporando ideias quanto
Momento Musical #1: The Cure
Disintegration (1989), canção do álbum homônimo, possui uma das melhores letras sobre o fim de relacionamentos amorosos da história do pop rock:

oh i miss the kiss of treachery the shameless
kiss of vanity the soft and the black and the
velvety up tight against the side of me and
mouth and eyes and heart all bleed and run in
thickening streams of greed as bit by bit it
starts the need to just let go my party piece

oh i miss the kiss of treachery the aching kiss
before i feed the stench of a love for a younger
meat and the sound that it makes when it cuts
in deep the holding up on bended knees the
addiction of duplicities as bit by bit it starts
the need to just let go my party piece

but i never said i would stay to the end so i
leave you with babies and hoping for frequency
screaming like this in the hope of the secrecy
screaming me over and over and over i leave
you with photographs pictures of trickery
stains on the carpet and stains on the scenery
songs about happiness murmured in dreams
when we both us knew how the ending would
be...

so it's all come back round to breaking apart
again breking apart like i'm made up of glass
again making it up behind my back again
holding my breath for the fear of sleep again
holding it up behind my head again cut in deep
to the heart of the bone again round and round
and round and it's coming apart again over and
over and over

now that i know that i'm breaking to pieces i'll
pull out my heart and i'll feed it to anyone
crying for sympathy crocodile cry for the love
of the crowd and the three cheers from
everyone dropping through sky through the
glass of the roof through the roof of your mouth
through the mouth of your eye through the eye
of the needle it's easier for me to get closer to
heaven than ever feel whole again

i never said i would stay to the end i knew i
would leave you with babies and everything
screaming like this in the hole of sincerity
screaming me over and over and over i leave
you with photographs
CENA DE MESTRE #1 – ALWAYS KUBRICK
Resolvi criar uma seção com cenas que me marcaram profundamente. Esta é a primeira delas, para mim uma das cenas mais perturbadoras e angustiantes do cinema. Após tê-la visto, parecia que tinha envelhecido uns 10 anos. Nunca mais fui o mesmo. Na época eu devia ter uns 16 ou 17 anos quando vi Full Metal Jacket pela primeira vez. Um tempo depois descobri que havia um gênio por trás disso tudo e ele se chamava Stanley Kubrick.