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Recent Activity

black coffee
Ella Fitzgerald: Black Coffee
wish you were here
Ler o último post do João (ao contrário do que pensas, o teu não é um blogue que "ninguém lê") recordou-me que não vejo a minha "mana" há quase dois meses e que ainda falta um mês e meio para que isso aconteça. Apesar da presença amena do resto da família, na ausência dela os fins-de-semana são mais a repetição uns dos outros - faltam certas confidências, faltam certas partilhas. O telefone e a internet não matam as saudades, iludem-nas. Para que hoje possamos partilhar alguma coisa:
A rainy night in Soho
I've been loving you a long time Down all the years, down all the days And I've cried for all your troubles Smiled at your funny little ways We watched our friends grow up together And we saw them as they fell Some of them fell into Heaven Some of them fell into Hell I took shelter from a shower And I stepped into your arms On a rainy night in Soho The wind was whistling all its charms I sang you all my sorrows You told me all your joys Whatever happened to that old song To all those little girls and boys Now the song is nearly over We may never find out what it means But there's a light I hold before me And you're the measure of my dreams The measure of my dreams Sometimes I wake up in the morning The gingerlady by my bed Covered in a cloak of silence I hear you in my head I'm not singing for the future I'm not dreaming of the past I'm not talking of the first time I never think about the last Now the song is nearly over We may never find out what it means Still there's a light I hold before me You're the measure of my dreams The measure of my dreams The Pogues Para lembrar um tempo em que tudo era ainda a feijões...
Em resposta
à última postagem, o tsiwari sugeriu... e eu agradeço:
"keepers"
Dizia-me há tempos uma prima, que é mais amiga que prima, que eu sou uma "keeper" no que toca à amizade. Nisto tenho que concordar com ela. Contudo, um "keeper", como um teimoso, não pode sê-lo sozinho. Se conservo amigos, entre os quais a própria, desde que me conheço e outros desde há 20, 10 ou menos anos, é porque os mesmos quiseram ser conservados e porque são também "keepers". Os que não conservei talvez nunca o tenham sido. Se assim fosse, tê-los-ia ainda, mesmo que a distância física e o tempo nos tivessem privado das vivências quotidianas. Uma relação que se alimenta apenas de partilhas circunstanciais está condenada à partida. Podemos apelidá-la de companheirismo, de cumplicidade ou de cordialidade, quanto muito. A amizade, é mais do que isso, apesar das contrariedades, as grandes e as pequenas, das falhas e das diferenças de cada um, até dos momentos de raiva e de ciúme - que também os há entre amigos.Hoje tomei o habitual café de sábado de manhã com uma "keeper", uma das mais antigas... E que bem que ele me soube! É para ela e para outros como ela que vai a próxima música:
a maior flor do mundo
Bom fim-de-semana! :)
autumn leaves
Edith Piaf: Autumn Leaves (Les Feuilles Mortes) Chet Baker/ Paul Desmond: Autumn LeavesPara trás, ficam o Miles Davis, o Frank Sinatra, o Nat King Cole, o Stan Getz, o Bill Evans... Não é fácil escolher!
vamos lá, então, celebrar...
o dia da água e da música!
boa noite...
"Day is Done" - Nick Drake
boas ideias dão resultado
Estou a ponderar mudar de profissão...
a magia da luz
Boa semana!
Com votos de um dia feliz,
duas velhinhas... para a Rubia e para o Eduardo! Reparti, ouvi à vez ou partilhai...
summertime
Bom fim de semana...
... para os poucos que ainda passam por cá! Apesar de não serem o Leonard Cohen, o Jeff Buckley ou o John Cale, não se saíram nada mal!
Parabéns!
Não podendo oferecer-te a lua ou uma estrela, fica este "Harvest Moon"...
música com "sabor" a verão
que encontrei aqui e que resolvi "copiar"...
11 burros caem no estômago vazio
é o título de um documentário de que já conhecia este excerto e que hoje tive oportunidade de ver na íntegra. Revela-se um filme cativante pelo que tem de genuíno, por retratar a simplicidade e generosidade das gentes de Miranda (e dos transmontanos em geral) e por recuperar algumas peças do património oral que correm o risco de serem esquecidas. Na infância e na adolescência, visitava frequentemente, com uns amigos, uma aldeia do concelho de Miranda, para vindimar ou para passar uns dias no Verão. Lá, não havia café, nem mercearia, e, na hora da sesta, as pessoas recolhiam-se nas suas casas, para se protegerem do intenso calor. Tudo ficava, então, silencioso. As pessoas mais velhas, que se expressavam em mirandês cerrado, eram afáveis e curiosas. Por tudo isto, a minha relação com o filme não pode deixar de ser também afectiva.
les hommes qui passent
Um "menino" que gosta muito de música partilhou este tema comigo... eu partilho-o convosco. ;)
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