ElisaFranca

Member since March 16, 2009

follow this user
  • 13 videos
  • 0 following
  • 0 follower

Recent Activity

Série Água
more about "Série Água", posted with vodpod
pessoas e animais
3 motivos para não acreditar em jornalistas
Que as pessoas acreditam em quase tudo o que lêem, eu já sabia. Mas fiquei impressionada com o número de respostas que recebi por causa do post sobre a gripe suína. O texto foi uma brincadeira, coisa que inventei da minha cabeça e, mesmo assim, recebi diversos e-mails e comentários de pessoas que me levaram a sério.
É engraçado isso. Quero dizer… Se já acreditaram em mim quando eu era uma estudantezinha que escrevia merda no blog, imagina depois que eu tiver um diploma!?
Por isso, resolvi escrever um post de alerta antes que seja tarde demais. Baseada em algumas experiências pessoais ao longo destes 4 anos de curso, formulei três questões essenciais para não acreditar em jornalistas. Acredite se quiser.

Por favor. Um minuto da sua atenção.
1) Ignorância latente
Jornalistas não são entendedores.  Não entendem de política, artes, ciências, culinária, medicina, esportes, cinema, cultura, nada! Aliás. Pode até ser que talvez um ou outro hipoteticamente tenha alguma especialização. Mas, ainda assim, isso não faz dele um entendedor. A função do jornalista é – ao meu ver – filtrar e repassar informações.
E aí que ferra tudo.
Ah... Eu faço de tudo um pouco, sabe?
Como alguém pode filtrar algo que não entende?
Vou dar um exemplo. Semestre passado, fiz uma reportagem sobre uma pesquisa do Departamento de Microbiologia da UFV para uma disciplina da faculdade. Coisa bem técnica mesmo. Reações químicas, bacteriocinas, peptídeos e coisa e tal. Acompanhei todo o processo no laboratório e descrevi o que eu vi. Até aí, tudo bem (inclusive, pedi para a pesquisadora corrigir o texto para garantir que nada ficasse errado). Tudo certinho e nos conformes.
Maaaaaaaaaaas… o professor (editor) teve que dar uns pitacos antes de publicar a matéria. Ele achou que alguns termos deveriam ser corrigidos para facilitar o entendimento dos leigos.
Colar bonito! Você que fez?
Por exemplo: eu deveria substituir ácido lático por ácido do leite
A verdade sobre a gripe suína
O que vocês devem ter ouvido é que a gripe suína está se alastrando pelo mundo por causa da demora do governo mexicano em alertar a Organização Mundial da Saúde (OMS). Também devem ter ouvido do risco de pandemia, das passagens aéreas canceladas, do medo nos aeroportos, das mortes por causa da gripe, do vírus mutante… Enfim. Toda essa balela.
Balela, Elisa? SIM! TUDO MENTIRA! A verdade é que há interesses muito maiores por trás dessa armação.
O plano é genial. Veja bem. Quantas vezes você já teve sintomas de febre, dor no corpo, tosse e dor de cabeça? Várias vezes, né? Acredito que até as pessoas mais fortes ficam gripadas ao menos uma vez por ano. Sendo assim, as chances de encontrar pessoas que viajaram para o méxico com esses sintomas são grandes. No Brasil, por exemplo, já colocaram 20 pessoas de quarentena por causa disso.
Espalhar o boato foi tarefa fácil. Mas para o negócio funcionar mesmo, precisam dos casos confirmados e mortes. E é aí que entram os principais suspeitos.
1) Governo Mexicano
O México é muito mais parecido com o Brasil do que com os seus coleguinhas do norte. Nós temos o SBT, eles têm a Televisa. Eles têm a Thalia interpretando a Maria (Maria del Bairro, Marimar, Maria Mercedes), nós temos a Regina Duarte com a Helena. É compreensível que eles também tenham problemas de saúde pública como os nossos.
O QUÊ!? Eu não ganhei o papel de Helena!???
Só que os mexicanos foram mais espertos. Com a invenção da gripe suína, o Banco Mundial aprovou um empréstimo emergencial de US$ 205 milhões para o país. Viva!!! Dinheiro!!!
♪ Mexican Americans don't like to get into gang fights ♪
Em troca, José Córdoba, ministro da saúde no México, continua a alimentar a imprensa com números dignos de dramas de novelas mexicanas: 2.498 casos de hospitalização por pneumonia grave, sendo que 159 morreram. O que eles não divulgaram é que esses números não variam por lá há meses. Pneumonia no México é qua
Releituras de Van Gogh
JÁ DISSE QUE NÃO QUERO!
Ainda está para nascer algum maluco que goste de receber ligações de telemarketing. (Minto. Tem doido pra tudo nesse mundo). Veja bem. Você está lá feliz na sua casa, cuidando da vida, sem incomodar ninguém… e o telefone toca. Boa noite, senhora. Se você não desliga logo, lá se vão alguns minutos do seu dia explicando que você não tem interesse nenhum em adquirir a assinatura de uma revista sobre pandas que perderam 100 quilos com a dieta da lua.

Felizmente, o Procon de São Paulo resolveu se mover em prol da paz no nosso lar. No dia 27 desse mês, foi lançado o cadastro antitelemarketing. Como isso funciona? Simples! As empresas não podem incomodar as pessoas que se cadastrarem. É claro que isso irritou um bocado de gente. Tanto que a Associação Brasileira de Marketing Direto (Abemd) pediu a revogação do cadastro para o Tribunal de Justiça de São Paulo. Felizmente, o pedido foi negado. Provavelmente, o 9º Juiz da vara criminal já deve ter sido incomodado pelos chatinhos.
A minha grande tristeza é que, por enquanto, o cadastro só é válido para empresas e residências em São Paulo (o que já é grande coisa, mas para a mineira aqui não funciona em nada). Para fazer o cadastro, é só ter em mãos CPF, identidade e os números que você quer cadastrar.
Agora o negócio é torcer para que os Procons dos outros Estados tomem atitudes semelhantes.
Aliás… Bem que eles podiam lançar uma campanhar contra atendimento eletrônico também.
Elefanta of my life
Quando eu tinha 4 anos, meu pai foi fazer doutorado em Madison (WI) nos EUA e a família toda se mudou para lá (eu inclusive). Apesar disso, minha infância foi bem normal e tranqüila… Nada de muito atípico.
Comi sabão em pó com a Annie, organizei uma expedição para fugir para a Terra dos Fofos, escalei um pinheiro, andei de elefante, joguei lesmas na Ife e o irmão dela me perseguiu com um taco de baseball, tentei fugir pelo bueiro e perdi uma unha, acionei o corpo de bombeiros com alarme falso… Ah! E descobri que tinha amígdalas muito grandes e inventei que estava com a garganta inflamada para a enfermeira da escola me mandar pra casa (isso funcionou algumas vezes até ela perceber que minhas amigdalas eram inchadas sempre)… Enfim. Kids will be kids.

De toda forma, apesar dessa minha infância normal e tranqüila, tem uma coisa que sempre me incomodou: não poder compartilhar nostalgias de programas de televisão. Nenhum dos meus amigos sabe a música de abertura de Eureeka’s Castle, ou via Mister Rogers’ Neighborhood, ou achava que Are you Afraid of the Dark? era filme de terror.
Eu sinto muita falta disso. Aliás, já decorei várias músicas de desenho animado que eu nunca vi para poder participar das conversas nostálgicas de infância…
“No meu sonho eu já vivi um lindo conto infantil…”
Falando em contos infantis, vou voltar ao foco do post (se é que ele já teve um). A minha irmã era apaixonada pelo Peter Pan e achava que ela era a Bela Adormecida. Na cabeça dela, os dois tinham um caso. Já a Elga foi apaixonada por um Cavaleiro do Zodíaco (eu não sei qual porque nunca assisti). Eu, por outro lado, tive uma paixão mais peculiar. Eu me apaixonei por um bonecão de elefante. Sabe? Tipo Barney, só que elefante.
Mais tarde, eu fui descobrir que era uma elefanta (ou um elefante fêmea, como preferirem) e me desiludi profundamente. Não lembrava muito bem do programa, mas tinha a idéia fixa de que já que eu era apaixonada pelo
Desenhos
Fuscas
Macro
Mundo Afora
Flickr: Sua galeria
Minhas fotos no Flickr