fabricioteixeira

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Silence dissolves all objects.
It is not related to any counterpart which belongs to the mind. Silence has nothing to do with the mind. It cannot be defined. It can be felt directly because it is our nearness. Silence is restriction. It is feeling without a feeler. Silence needs no intermediary. Sound which comes from silence is music. From Monument To Masses - Deafening
Struggle for Pleasure
Wim Mertens. Vez em quando eu lembro desse gênio.
Alzheimer
Fortunately.
Sobre sonhadores
(ou "sobre as melhores coisas de um camarim") Juliana Caldas cantando Dreamer's Ball
Tem momento que não há vídeo que grave
Juliana Caldas - Purple Rain
A trilha sonora da vez
Pena que dura menos de um minuto =/
Diluvio
LUIS from diluvio on Vimeo.
Bang bang
Segura essa, Bill.
Em cada pedaço uma voz
Via Mágoa de Caboclo
Carta pro mesmo lado
Oi, amigo. "Long time no see", dizem estrangeiramente, mas insistimos nessa brasilidade doentia que nos amarra. Por aqui está tudo bem, como eu nunca achei que pudesse assumir. A vida mudou muito desde a última vez em que remetemos nossas doloridas palavras. A rotina mudou um bocado, mas Ariadne ficaria orgulhosa em saber que o fio que nos liga continua intacto. Está tudo tão corrido cá desse lado; imagino que aí esteja assim também. Se a gente deixar a rotina engole a gente, não é mesmo? Os dias estão cada vez mais curtos e sinto que caminhamos em barcos separados no vento de um mesmo mar. Eu vejo você realizando seus sonhos e me sinto orgulhoso, assim, bom motivo, porque a vida tem dessas pequenas recompensas com as pessoas que são geniais. Às vezes eu sinto falta das tardes de domingo despretensiosas em que brindávamos silenciosos toda a nossa paulistaneidade. Mas eu sei também que tudo tem o seu tempo. Tem gente que a vida escolhe botar na nossa trilha e não arranca nunca, gente que faz as noites solitárias de sexta-feira serem muito mais cúmplices - e menos solitárias. No fim do dia são essas poucas pessoas que fazem tudo valer a pena. E pena. Por aqui está tudo bem, amigo, tirando o cansaço. Eu consigo sentir minha juventude secando quando volta a primavera, e imagino que aconteça o mesmo aí com você. A gente já sabia que seria assim, não é verdade? Dividimos os mesmos livros porque dividimos os mesmos sonhos, e porque os sonhos foram sempre escritos lado-a-lado. Falta tempo pra te ouvir e te falar, mas mesmo assim é sereno. Mesmo assim é indispensável saber que existe gente como você, que abrilhanta o mundo com essa sua presença por si só extraordinária. Deve ter uma porção de alegrias pincelando os dias aí do seu calendário. Do lado de cá tem um tanto que dá até medo falar. Mas eu falo. Por enquanto é sexta-feira, é noite, é sereno, e os sonhos que escrevemos estão do nosso lado.
Animado
Com a inocência de um cão. The Dog and the Butcher by Jonathan Holt from Jonathan Holt on Vimeo. via @mateusbraga
Acorda
[de novo, esse vídeo] Acorda, vem ver a lua. Vem ver nossa juventude escorrendo aqui do décimo quarto andar. Vem olhar como os dias se amarram um no outro e como essa tolice humana de dividi-los em calendário é quase um crime. Vem ver como as luzes dos postes, mesmo tão artificiais e tão frias, produzem noite após noite esse incomparável espetáculo pós-moderno. Vem cá. Vem ver a lua. Vem ver como a gente é pequeno na paisagem. Vem ver como no escuro tudo fica mais belo. Vem ver como o sol é dispensável, esse irresponsável delator das imperfeições do mundo. Vem cá. Vem ver como é abençoado o teu sono. Vem aqui de fora ver.
Criar minhocas é um negócio lucrativo
Não acho de todo ruim não. Só que, tecnicamente, não me convence.
Encanteria
Vim depressa como o vento Mas não sei porque é que eu vim Foi num canto de lamento Que alguém chamou por mim Maria Bethânia em seu álbum novo, Encanteria.
Arte-papel
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