Perto da barca - junto ao circense
Sorriem... Soltos, na barca dos infernos, talvez desconhecida ou ignorada, os sorrisos de contentamento persistem sem que os entenda. Talvez esteja velho mas notoriamente dizem respeito a uma época que não vivi. No baile, as bruxas insistem em sacudir as saias pretas, ao redor daquela fogueira alimentada pela maledicência. Actualmente fazem-no sem qualquer pudor durante o dia... Já não há luz para a verdade, profissionalismo, ética, esforço, empenhamento... As sombras alimentam as trevas e a simbiose generalizou-se. Resta-nos um deus não desejado, omnipresente ou justo. No passado, chamavam-lhe "Reitor". E os Homens, esses continuam temporariamente (até quando?) sós!