pollianaaraujo

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Recent Activity

Notas voadoras
Eu sempre achei pássaros bastante musicais. O poder do vôo e do canto ao mesmo tempo é algo sublime, inalcansável por seres humanos. Alguns da nossa espécie até podem ter o dom da música, mas jamais poderão voar, fato.
No meu caso, não fui contemplada com tal aptidão, mas procuro compensar isso ouvindo sempre boas músicas [...]
‘Duelo’ por uma boa causa
Uma máxima que todo mundo sabe e que, muitas vezes desobedece por loucura ou por ter super poderes, é que bebida e direção são coisas que não combinam, certo?
Outro fato também bastante conhecido é a existência de inúmeras campanhas educativas para mostrar os riscos de dirigir alcoolizado, todas bem didáticas, mas que não impedem que [...]
Desconstruindo com eletrossamba
Recebi por esses dias um reply do Thiago Corrêa no Twitter, com uma música feita especialmente para quem é publicitário. Certamente, o Thiago deve ter me achado pela busca do site. Mas enfim, vamos a história da tal música.
Outro dia navegando por aí, encontro um link para o blog do publicitário pernambucano Felipe Figueiroa. O [...]
Confrontos também podem divertir
Incrível o trabalho de Patrick Boivin, um canadense pra lá de criativo, que descobriu seu talento para brincar com animações quando começou a desenhar aos 15 anos.

Boivin prepara, na maioria dos casos, roteiro, iluminação, direção, filmagem, edição, animação, trilha e efeitos especiais de seus filmes. O cara é um "faz tudo" na arte do cinema.

Iniciando com quadrinhos, Patrick viu que dar movimento aos seus desenhos facilitava na hora de contar histórias, palavras do próprio na descrição em seu canal no YouTube.

Por isso o rapaz partiu para a técnica do stop-motion e, de maneira rica e divertida, coloca grandes ícones dos quadrinhos, do cinema, da música (entre muitos outros) para duelar. São embates nunca vistos e que caem no gosto de quem resolve apreciar o trabalho do rapaz.

Um dos vídeos que, recentemente, invadiu o Twitter foi o confronto entre Michael Jackson vs Mr. Bean. Perfeitos os traços e semelhança dos bonecos, bem como as expressões. Uma riqueza de detalhes impressionante em pouco mais de um minuto. Confesso que adorei o moonwalk contra a malícia displicente de Bean, com seu inseparável Teddy.



Outra animação bem bacana é a do Batman x Coringa, em que eles arrasam em passos de street dance que podem ser comandados pelos expectadores. Melhor impossível. Vale muito a pena assistir e "duelar". Escolha o seu preferido, siga as instruções e faça as suas apostas. O que, sem dúvida, não vai importar aqui é a frase "que venca o melhor!".
Mais buchices no ar #1
Pára tudo! (Para mesmo que o acento caiu, ok? Tá eu sei, mas... eu sou um pouco conservadora nesse sentido e devo dizer que tenho até 2013 para me adaptar).

Enfim, pare o mundo que eu quero descer, pois eu não tinha me dado conta que os novos episódios da série Os Buchas já estavam no ar há tempos. Segundo e terceiro capítulos prontinhos, super disponíveis no universo cibernético e eu aqui, chorando um mundo insensível e sem humor.

Para quem não conhece bem a série, é só conferir tudinho no outro post que há nesta neoBudega e ser feliz.

Certo. Agora que a minha distração já passou, vamos assistir o segundo capítulo, que fala de sexo à três, super heróis e, claro, muita buchice.
Palmas são indispensáveis
Batidinhas eletrônicas e constantes, com um ar meio retrô provocado, assim dançante e vintage é a banda de Nova York The Phenomenal Handclap Band, composta de oito integrantes, desses seis homens e duas garotas.

Grande no nome, para entender esse grupo devemos começar pelas mãos, pois, segundo seus fundadores, as palmas são o elemento em mais presente em suas canções. Okay, vamos todos bater palmas então.

Os caras parecem muito bons e são considerados promessas da música contemporânea. Sei que curti bastante o clipe 15 to 20, onde cada integrante da banda é um fugitivo da polícia. Criativo, no mínimo.

E pra conhecer mais o trabalho deles, é só conferir no MySpace dessa galera.
Sem cinema, Apenas o 'meu' fim
Odeio os cinemas de Natal. Por causa deles, que mantém a programação sempre contra as nossas possibilidades, perdi Apenas o Fim, do Matheus Souza.

Quinhentas mil pessoas conhecidas viram o filme e todas, todas mesmo, disseram "nossa, tua cara! Vai lá ver.". Perturbador demais. E é certo que eu tentei vê-lo, mas numa semana adoeci para morrer e na outra, saiu de cartaz. Praga?

Definido como um retrato de toda a juventude contemporânea e da cultura pop que nos acompanha, Apenas o Fim tem cara de filme que vai me fazer chorar e rir feito uma descontrolada no cinema. Digo isso tomando por base o que dizem os críticos em seus blogs e jornais mundo afora.

O meu consolo é ver incessantemente o trailer até esperar sair nas locadoras (se bem que o emocionante é ver no telão...). Injustiça essa de deixar uma cidadã sem ver um filme, na paz tranquila e cinematográfica. Muito depressivo isso. Ainda mais com fofuras como Gregório Duvivier e Marcelo Adnet no elenco. Assim é pra querer sair quebrando tudo nesses cinemas insensíveis, que retiram um filme da programação justo no único dia em que a gente pode ver.

Protesto dado, agora verei o trailer pela "zilhonézima" vez. E prometo voltar com uma resenha assim que assistir, porque o pessoal merece.

*Acompanhe tudo sobre o filme nas redes sociais. Twitter, MySpace, Facebook, Orkut, YouTube e Blog ou Site.
História da Comunicação em 1 minuto
Como estudante de Comunicação que sou, admito que entender e detalhar a história desta necessidade primordial do ser humano é uma tarefa complicadíssima.

Porém, a Carphone Warehouse mostrou que em um minutinho apenas se pode contar, e muito bem, a história da Comunicação desde o primitivo sinal de fumaça até o uso da internet.

Numa animação bem bacana toda elaborada em stopmotion para dar movimento aos desenhos de hidrocor, Kristofer Ström mostrou a evolução do processo comunicativo e a importância que ele tem no nosso dia-a-dia. Perfeito.
Juntos somos incríveis
Ainda no clima de melhora pós-surto, lembrei de um vídeo que a Nokia lançou há pouco tempo. Nada de "merchan", quando algo é bonitinho mesmo eu elogio e pronto, seja de quem for. Fez bonito, merece o crédito.

Humans é um curta de 1'30" que valoriza a união. A animação mostra algumas das diversas capacidades humanas e passa a idéia de que juntas essas habilidades e características são bem melhores. Inquestionável.

Engraçado, louco, estúpido, carinhoso, corajoso, atrapalhado ou criativo, você pode ser mais interessante se compartilhar o que sabe. Então... o que tá esperando?
Música e olhos puxados
Tempos atrás vi esse vídeo abaixo, uma propaganda para um tipo de cola semelhante à Super Bonder daqui. Achei genial, tal qual os nativos da terra do sushi.

Eu confesso, adoro olhinhos puxados, cabelos negros e pele clara. Japoneses exercem um encantamento muito forte sobre mim. São uns fofos. Ainda mais com música...
R.I.P Patrick Swayze
Ícone da geração de 80 e 90, Patrick Swayze nos deixa hoje... Triste isso de ver os símbolos românticos, musicais, heróicos e "imortais" de minha época sumindo...
A consciência de que nossos ídolos vão embora é inerente a todos, mas... é inevitavelmente doloroso quando tal realidade nos bate à porta. O que consola é que a obra deles permanece na gente, presa e incessante.
...
Oh my love... leve sua melodia para os céus. E aqui, conosco, sua luz permanecerá eterna.
Moments Forever: celebração da vida
Nossa vida é construída de momentos, simples e rápidos, muitas vezes imperceptíveis na nossa rotina cada vez mais corrida. Isso que falei pode ser o maior dos clichês, mas admita, clichês são verdades inegáveis para todos nós, seres mortais.
Unindo alguns dos instantes mais frequentes da vida, com muita sensibilidade, William Hoffman produziu o curta 16: Moments. São registros inspirados em Sum, livro de David Eagleman.
Esse curta representa bem uma convicção que eu tenho. Sou do tipo que acredita num gosto único para cada situação, mesmo que a gente repita um gesto várias vezes. Beijar alguém, caminhar na praia, chorar, sorrir, experimentar um sorvete (mesmo que seja sempre o de flocos), terão sentidos diferentes a cada vez que o fizermos. Vendo o curta senti isso, as minhas emoções primeiras... me fez lembrar o chá de erva cidreira que tomava quando criança na casa do meu Vovô Pedro, dos biscoitos de bichinho da Weston que acompanhavam, de quando eu sabia todas as cantigas para "pular elástico" na calçada de casa... coisas do passado que não faço mais e momentos rotineiros, como observar o rio no trajeto para casa. Dia e noite repito o mesmo gesto, da janela do ônibus registro a paisagem, sempre com um amor diferente, maior...
De qualquer forma, 16: Moments emociona, porque faz você relembrar o que te faz feliz e rir do que te deixa chateado, como perder o ônibus ou pisar no "prêmio" que seu cachorro deixou pelo caminho... Te fazendo ou não pensar sobre o valor da sua vida, vale a pena esperar o vídeo carregar e assistir.
Cruel, porém necessário
Quem nunca se apaixonou por um colega de escola que atire o primeiro bilhetinho amassado. Isso, aquele mesmo que você não teve coragem de entregar e guardou na agenda.
Eu tive. Inúmeros. Platônicos, divertidos, cruéis, sublimes. Nenhum concreto, mas... o que importa é que os tive.
Pois então. A versão que o The Fray fez para Heartless do Kayne West (aliás, o cover ficou bem melhor que o original), ganhou um clipe bem legal dirigido pelo Hiro Murai, um japonesinho super legal (ainda faço um post dedicado aos japas aqui) e criativo.
Quase todo em animação, o clipe conta a história trágica de um garoto apaixonado pela coleguinha de sala. Em meio aos cálculos e fórmulas doloridas da matemática, o coração do rapazinho vai trilhando seu complicado caminho. No final, o resultado é lindo, mas nos deixa de coração partido. Se bem que... a vida é isso mesmo.
Diversão ao cubo: animações em 3D
Eu sou pior do que criança por animações. Quanto mais engraçadinho for o trabalho, mais fascinada eu fico. A simplicidade utilizada nas histórias, construídas sob um humor ingênuo, me emocionam. Posso até chorar... Ok. Não sou emo, se é o que pensa, apenas tenho um espírito muito sensível à manifestações artísticas de qualidade.
E a admiração por animações só poderia se intensificar após descobrir o site 3D Mini Clips.com. Nele, vários artistas exibem seus trabalhos em três dimensões (3D) em vídeos curtíssimos, mas que passam mensagens bem bacanas.
Uma das animações que mais gostei foi a do paulista Fernando Herrera. Em seus mini clipes, o artista apresenta Phii, um bonequinho carismático e bem curioso.
O personagem, de olhos expressivos, sempre se mete em pequenas encrencas por causa de sua infindável curiosidade e, por isso, é capaz de despertar risos sinceros em quem assiste.
A seguir, os dois capítulos disponíveis da saga de Phii, Uranium e Bear Trap, para você dar uma conferida e se animar para visitar o site e conferir os outros vídeos. Mesmo que não seja criança e sentimental como eu.
Mudar o mundo é tão simples quanto fazer xixi
No auge da minha revolta anarquista de adolescente, descobri o prazer de proteger o meio ambiente. Parei de jogar papelzinho de bala ou qualquer outro lixo na rua, diminuí o consumo de carne vermelha, adotei uma dieta extremamente zen natureba quase que no geral, começei a controlar o uso de água aqui em casa e, enfim, adotei outros zilhões de hábitos sustentáveis, sem contar a mania de assistir documentários da TV Cultura sobre as diversas espécies e sobre desequilíbrios ambientais, além daqueles docs de toerias da conspiração, onde os culpados por todo o mal do mundo eram desvendados. Só não era anarquista mesmo porque, na época, não sabia bem o que era e, ao saber, desisti de ser. A total ausência de leis não me fascina.

Na verdade, acho que era comuna. Só não era mesmo por causa da época e da ingenuidade extrema, se bem que... Eu tinha o espírito perfeito para isso, brigava por política na escola, já enxergava os males da Ditadura Militar e queria me filiar ao Greenpeace. Só não fui porque minha mãe me impediu dizendo que eu não tinha dinheiro e que nem louca eu iria participar daquelas manifestações em frente ao Congresso. "Minha filha presa? Nada disso!", dizia. Então, eu me consolava com aquelas agendas feitas em papel reciclado e a tentar mudar o mundo sem filiação mesmo.

Os tempos passaram e muita coisa virou hábito. O que mudou foi o jeito comuna de ser, reprimi esse meu lado um pouco, desisti de convencer os outros a ser consciente e preocupado com o futuro, com o degelo, o desmatamento, com a água... percebi que me estressava muito e fazia menos, resolvi lutar sozinha. O ideal não morreu, só é guiado por um sonhador solitário.

Recentemente, uma campanha da SOS Mata Atlântica me fez relembrar esses tempos de revolucinária verde. Tempos em que eu abria o site do Click Árvore para ajudar no reflorestamento. A Campanha, denominada Xixi no Banho tem como objetivo reduzir o consumo de água utilizada nas descargas.
'Os Buchas', humor do bom às custas do sofrimento masculino
Eu realmente verifico os tweets de meus followings no Twitter, tanto é verdade que hoje encontrei algo bem bacana, numa época em que o humor brasileiro às vezes deixa a desejar.
Assim, ando muito crítica com relação a programas de humor. Sinto falta do tempo em que tinha tempo para assistir os repetidos episódios de Chaves, sem contar a saudade da infância recheada d'Os Trapalhões e Os Três Patetas.
Enfim, eu gosto do que me faz rir, mas também faz pensar. Piada sem graça e até preconceituosa não cai no meu agrado. Crítica até vale, mas pra tudo tem limite.
Eis que encontro num link postado pela galera do Portal MTV a série Os Buchas, vencedora de um concurso da operadora Oi. Como dizem por aqui, "ri pouco não".
O roteiro mostra como as mulheres afetam a vida masculina, capaz de transformá-lo num exemplar "bucha", ou seja, um mané de primeira categoria que nunca sabe como agir e só faz besteira, sempre perdendo a possível pretendente. De maneira humorada, os caras mostram que nem sempre os rapazes não se importam com o julgamento feminino e que se esforçam para agradar.
Achei divertidíssimo, sem contar que há cenas hilárias que pagam o curta por si só. Muito bom. Assisti cerca de cinco vezes sem cansar um minuto, afinal, tinha que mostrar para os meus amigos e, todos, sem excessão, adoraram.
Os Buchas venceram a disputa para pitching de conteúdo multiplataforma da Oi. A série da Vitória Produções e Pérola Negra Produções foi escolhida por votação dos internautas em fevereiro desse ano e será exibida em todos os canais da companhia. O segundo colocado foi a produção Sex a 3 da Tevelogia, um programa sobre sexo apresentado por dois heterossexuais e um homossexual bem seguro.
No site da Oi é possível conferir alguns vídeos e o making-of da série, bem legal para ver o motivo do sucesso dos caras. É só clicar em Pitchinghome e ser feliz.
E para felicidade geral da nação, confira abaixo os primeiros capítulos da série,
Cacildis, se liguis no Mussum Day
Há 15 anos esse mundis ficou menos alegris. O motivis foi o falecimentis do nosso queridis Mussum, que nos deixouzis sem suas trapalhadis.

Sem largar o mé e o jeito esculhambado, Mussum, personagem do ator Antônio Carlos Bernardes Gomes, conquistou a simpatia de muita gente, desde que entrou para o grupo, que mais tarde se tornaria "Os Trapalhões", na década de 1970.

Até hoje eu me pergunto porque a Rede Globo não repete a série. Inserir a turma na programação, num domingo, seria lucro pra todo mundo. Adoraria relembrar o quarteto. As trapalhadas antigas fazem falta. Tenho certeza que qualquer pessoa ficaria feliz de ver, mesmo que repetidas vezes, as histórias de Mussum, Didi, Dedé e Zacarias. Era um humor sincero, natural. E é isso que falta nas emissoras de Tv.

Efusivo, Mussum não largava expressões como "Negão é teu passadis", "Criôlo é tua véia!" e "Quero ver morrer pretis se eu estiver mentindo". Marcou os coraçãozis de todo mundis com suas risadis e espirris no mais alto volumis. Ele morava longis, andava de ônibis, era humildis e com ele não tinha bronquis.

Quando Mussa partiuzis, fique triste pra cacildis. Sério, eu devia ter uns seis anos, mas lembro bem. Salvo engano foi em épocas de Criança Esperança, recordo algo do tipo. Depois disso, acabou atrapalhadis, homoris, alegrizis de verdadis.
Saudadis imensis do estabanadis Mussum. E só por hojis, a neoBudega agora será neoBudeguis. Porque todo butéquis, bodéguis e coisas do gênero tem que se garatiris e capricharis no mé. E tudo fica tranquilis!
Anima esse Mundi
Animação já atrai no nome. Duvido que um cidadão qualquer não goste de tudo que remete a isso: animação.

Por isso mesmo eventos como o Anima Mundi estão aí para valorizar a galera que já produz este tipo de arte e, também, para fomentar novos talentos.

Após a etapa na capital carioca (o Rio de Janeiro recebeu o evento entre os dias 10 e 19 de julho), a 17ª edição do Anima Mundi chega a São Paulo neste dia 22/07 e fica até o próximo domingo, 26.

Serão exibidos mais de 400 filmes nas categorias de curta-metragem, curta infantil, animação brasileira, longa-metragem, entre outras. Os trabalhos vem de 40 diferentes países.

As sessões dos filmes e demais ações (oficinas, palestras e outros) ocorrem no Memorial da América Latina e no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

O evento traz na programação palestras, sessões especiais, workshops, galerias com animações que fogem do formato tradicional, oficinas para quem quiser criar o seu próprio filme no Estúdio Aberto, entre outras atrações.

Um tema abordado no Rio e que terá repeteco em Sampa foi a questão dos problemas emocionais da sociedade moderna. Medo, rejeição, transtornos obsessivos e outros distúrbios são representados nas animações do festival, que despertam discussões sobre essas "manias" cada vez mais frequentes.

Para conferir a programação completa, acesse o site do Anima Mundi, as notícias sobre o que rola no festival você encontra no blog e, por fim, se você já se rendeu aos encantos do Twitter, é só procurar o pessoal do Anima Mundi por lá também. Dá pra conferir alguns drops de notícias do que tá acontecendo na capital paulista, meu!

Abaixo, confira um vídeo que eu resgatei do Anima Mundi 2006. Algo que traduz bastante a minha realidade. Uma mistura de caos com humor, que traz bastante reflexão.
"Big Eyes" e o Blues pra potiguar ver... e curtir
O Budda Pub, localizado em Natal/RN, apresenta uma programação quase toda dedicada ao Jazz e ao Blues neste mês de julho.

Uma das atrações da casa é o americano Willie "Big Eyes" Smith, que se apresenta nesta quinta-feira (16/07), no primeiro dia do Natal Blues Festival, o maior evento do gênero no Rio Grande do Norte.

"Big Eyes", lenda viva do blues, desembarca em Natal para alegrar os fãs com o bom som de sua gaita, depois de passar por São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Recife.

Willie foi por mais de 15 anos integrante da lendária Muddy Waters, que tinha entre seus componentes outros grandes ícones do blues como Willie Dixon, Sonny Boy e Pinettop Perkins.

Smith já conquistou mais de dez prêmios no Blues Music Awards, evento organizado pela Blues Foundation, organização sem fins lucrativos que tem a função de preservar a memória do blues. Em 2007, ele venceu a categoria de melhor instrumentista em bateria.

Abaixo, um vídeo de uma apresentação de Will "Big Eyes", para já ir esquentando os ânimos para o show.



O Festival

Ainda na programação para o Natal Blues Festival, que segue ainda nos dias 17 e 18 deste mês, atrações como Adrian Flores (Argentina), Felipe Cazaux (CE), Flávio Guimarães do Blues Etílicos (RJ), além dos The Blue Mountain, Mad Dogs e Simona Talma desta terrinha.

Os ingressos por noite custam R$ 25,00 e o pacote com os três dias saem por R$ 60,00. Os shows tem início às 22h30.

Para mais informações, visite o site do Budda Pub, que fica localizado Av. Eng Roberto Freire, 9102 em Natal - RN.
Vai um café artístico aí?
Quem não gosta de um bom café? Seja ele expresso, capuccino, ao leite, com creme, sem creme, forte, fraco, com ou sem açúcar... Enfim, existem diversos tipos e, na mesma linha, vários viciados numa das bebidas mais antigas do mundo. Minha mãe, por exemplo, é uma. Eu até gosto, mas não puro, pra mim tem que ter um leitinho pra deixar mais cremoso e por aí vai. Só tomo café puro mesmo quando tem algo me preocupando ou quando preciso ficar acordada a todo custo. Enfim, o cardápio de hoje desta neoBudega traz um café bem diferente, mas não menos delicioso.

Antes de mais nada, um suspense pra dar mais água na boca. O café não é uma bebidinha qualquer. Estudos indicam que ele serve para prevenir doenças como depressão, câncer e até mal de Parkinson. Também sabe-se que a bebida faz bem ao coração e favorece o aumento de endorfina no cérebro, aumentando a energia para a prática de esportes, entre outros benefícios, que podem ser vistos em maiores detalhes no Portal da ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café).

Agora o café, que fez sucesso na economia brasileira entre os séculos XIX-XX, também faz bem aos olhos. Não, nada a ver com saúde exatamente. Estou falando do Café Latte, uma mistura de café com leite vaporizado, que ganhou uma versão bem criativa por sinal.

A grande sacada é que agora você pode beber uma obra de arte. Não, juro, eu não estou louca, nem bebi café demais. A moda do momento é café com desenho, não apenas com biscoitinhos e outras delícias. É só olhar os exemplos abaixo e conferir com os seus próprios olhos.




É a chamada Latte Art ou Coffee Art, que consiste em manipular o leite no café expresso e fazer desenhos na superfície da bebida, com uma ferramenta conhecida como etching (marcador), e que vem conquistando fãs a medida que a popularidade das bebidas em expresso aumentam.

A técnica permite que o barista torne-se um verdadeiro designer, podendo até participar das competições
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