Weird Love - Recording Diary - 2

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Oct 9, 2008
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Sep 29, 2008
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Posted in Indie Flick Friday, Movies Tagged: Punch-Drunk Love, Synecdoche New York
Oct
9
As a screenwriter, Charlie Kaufman has become a byword for cinematic jiggery-pokery, a master of tricky, self-reflexive storytelling who has bamboozled viewers with his scripts for such mind-bending movies as Being John Malkovich, Adaptation and Eternal Sunshine of the Spotless Mind. For Synecdoche, New York, his first film as a director, he’s come up with an even more head-spinning tale: the story of a theatre director who decides to re-create his entire life on stage, and then discovers he must re-create the re-creation, and so on and on, seemingly ad infinitum.Before seeing Synecdoche, I’d been warned that it was pretentious and self-indulgent beyond belief. The film’s name alone is almost enough to make you veer sharply away from any cinema displaying it on its marquee – the title’s a slippery play on words involving an oddly named town in upstate New York (Schenectady) and the term (synecdoche) for a figure of speech in which the part stands for the whole, or vice versa; as in “heads of state” or “all hands on deck”. Attempt to get your head round that and you may need to lie in a darkened room with a cold compress clamped to your brow.On getting to grips with Kaufman’s movie, however, I discovered that it might well be a bizarre brain-twister, but it’s one that is also melancholy, insightful and, surprisingly, very moving.There’s no getting away from it, though: the plot is surreal. Philip Seymour Hoffman, presumably Kaufman’s on-screen alter ego, is a 40-year-old theatre director named Caden Cotard who lives in, yes, Schenectady, New York. His marriage to his artist wife (Catherine Keener) is disintegrating, as is his home’s plumbing, he’s troubled by a series of mysterious ailments and his therapist (Hope Davis) is more interested in selling him her self-help books than listening to his woes.Then he wins a MacArthur fellowship, a ‘genius grant’ (yes, they do exist), and decides to use the money to mount a gigantically ambitious theatrical project that will give ar
May
15
Poca gente podría no estar de acuerdo con la afirmación de que Charlie Kaufman es uno de los guionistas más brillantes de nuestra época. Su fantástica imaginación lo ha llevado a escribir historias magníficas, casi siempre centradas en los dilemas del ser humano, sus miedos, sus anhelos y sus constantes frustraciones. “Synecdoche, New York” es el primer acercamiento de Kaufman a la dirección, consiguiendo con esto un control absoluto en la creación y desarrollo de la película, tanto en el guión como en la forma de tratarlo visualmente. El resultado de este “ejercicio” que Kaufman planeó por cuatro años, desde que concluyó el guión de Eternal Sunshine of the Spotless Mind, es francamente interesante y sumamente complejo. (Leer más)Posted in Uncategorized Tagged: Charlie Kaufman, Cine, Synecdoche New York
May
10
Infelizmente, Charlie Kauffman não faz parte dos meus conhecidos. Imagina estar por perto quando este teve um insight assim: “Que tal filmar um sobre um casal que após brigarem, decidem por vez apagar suas memórias relacionadas?”. Eu não estive com Charlie quando ele teve essa idéia miraculosa (sim, acho “Brilho Eterno…” um milagre!), mas posso dizer que sinto esse cara aí como um companheiro, quando o assunto é cinema-expectador. Explico: Charlie deve gostar de David Cronenberg. Ou se não gosta, assistiu. Tem um Q dos filmes de Cronenberg nos filmes roteirizados por Kauffman, que é na verdade o que me faz acreditar que é um filme, antes de uma só-surrealidade. Explico: vi os filmes de Cronenberg quando criança. Então por mais bizarros que eles fossem, eu sabia, era cinema. Era ficção(?). Os filmes escritos por Kauffman são bizarros, isso é fato. São estranhos, incomuns, diferente de tudo, igual, ao mesmo tempo, a tudo. Explico: igual são os assuntos, frente a subliminaridades, que nas entrelinhas dos discursos ordinários, seus personagens, até-então, prosam. Agora, Charlie decidiu por ele mesmo filmar. Chega de interpretações, quero eu (ele) dirigir meu (seu) automóvel de design abstrato.SYNECDOCHE, NEW YORK tem como história um dramaturgo interpretado por Philip Seymour Hoffman, que é deixado pela esposa (Catherine Keener) determinada a levar sua carreira artística a Berlim, e nisso leva sua (deles) filha junto. No teatro onde Hoffman trabalha a bilheteira (Samantha Morton) por ele é apaixonada. Ela mora em um prédio onde tem constantes incêndios. Hoffman vai ao médico e descobre que seus órgãos estão entrando em estado de falência. No meio disso, o dramaturgo ganha “a bolsa dos gênios” de uma Fundação e parte para construir um ambicioso projeto de teatro, onde cada ator irá ser ele ou ela (a bilheteira) mesmos, enquanto acompanhamos os envelhecimentos e decadências físicas e artísticas de todos os envolvidos.Bizarro? Surreal? Simplesmente estranh
Oct
2008
mausaldanha added this video and said
Infelizmente, Charlie Kauffman não faz parte dos meus conhecidos. Imagina estar por perto quando este teve um insight assim: “Que tal filmar um sobre um casal que após brigarem, decidem por vez apagar suas memórias relacionadas?”. Eu não estive com Charlie quando ele teve essa idéia miraculosa (sim, acho “Brilho Eterno…” um milagre!), mas posso dizer que sinto esse cara aí como um companheiro, quando o assunto é cinema-expectador. Explico: Charlie deve gostar de David Cronenberg. Ou se não gosta, assistiu. Tem um Q dos filmes de Cronenberg nos filmes roteirizados por Kauffman, que é na verdade o que me faz acreditar que é um filme, antes de uma só-surrealidade. Explico: vi os filmes de Cronenberg quando criança. Então por mais bizarros que eles fossem, eu sabia, era cinema. Era ficção(?).

Os filmes escritos por Kauffman são bizarros, isso é fato. São estranhos, incomuns, diferente de tudo, igual, ao mesmo tempo, a tudo. Explico: igual são os assuntos, frente a subliminaridades, que nas entrelinhas dos discursos ordinários, seus personagens, até-então, prosam. Agora, Charlie decidiu por ele mesmo filmar. Chega de interpretações, quero eu (ele) dirigir meu (seu) automóvel de design abstrato.

SYNECDOCHE, NEW YORK tem como história um dramaturgo interpretado por Philip Seymour Hoffman, que é deixado pela esposa (Catherine Keener) determinada a levar sua carreira artística a Berlim, e nisso leva sua (deles) filha junto. No teatro onde Hoffman trabalha a bilheteira (Samantha Morton) por ele é apaixonada. Ela mora em um prédio onde tem constantes incêndios. Hoffman vai ao médico e descobre que seus órgãos estão entrando em estado de falência. No meio disso, o dramaturgo ganha “a bolsa dos gênios” de uma Fundação e parte para construir um ambicioso projeto de teatro, onde cada ator irá ser ele ou ela (a bilheteira) mesmos, enquanto acompanhamos os envelhecimentos e decadências físicas e artísticas de todos os envolvidos.

Bizarro? Surreal? Simplesmente estranho(?
Oct
2008
The trailer for Synecdoche, New York, the first film directed by Charlie Kaufman, who wrote Being John Malkovich, Adaptation, and Eternal Sunshine of the Spotless Mind.
Sep
2008

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First collected by caesar84
Sep 20, 2008
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