more about "The Mindscape of Alan Moore"simplemente uma pessoa lúcida e inspiradora.curioso como lança quase que uma continuidade do olhar de Bauman para uma cultura líqüida, falando de uma em estado de vapor. emprestando aquelas teorias da diminuição do intervalo de tempo em que o volume de informações produzidos pela humanidade é duplicado, chegando ao frenesi de milésimos de segundos...analogia feliz, ao meu ver, se olharmos a capacidade de ocupação de espaço pelos gases e a fragilidade da natureza de suas ligações.olhando o ermitão, dá pra presentir essa situação, de uma humanidade fragmentada a tal ponto cáotico que, no cúmulo da desterritorialização, simplesmente volta ao nomadismo e tentar reaver alguma identidade, algum reconhecimento, no que restar de natureza e "primitivismo".então, mais uma vez, boot do eterno retorno...