Ataques de campanha criaram expectativa de confronto aberto. Barack Obama e John McCain preferiram discutir idéias e propostas. Do G1, em São Paulo Uma discussão tranqüila prevaleceu sobre a briga que era prevista pela maioria dos analistas políticos norte-americanos para a noite desta terça-feira (7), quando os candidatos à Presidência do país voltaram a se encontrar em um debate. Barack Obama e John McCain evitaram repetir os ataques violentos que tomaram conta das campanhas nos últimos dias, e preferiram expor suas idéias de forma calma, com ataques suaves e esporádicos.Veja como foi a cobertura em tempo real no G1Em um formato diferente do último encontro, os dois candidatos caminharam por uma pequena platéia respondendo questões de pessoas que assistiam ao encontro e de outras que haviam chegado pela internet. Eles pareciam confortáveis com a idéia de uma conversa, em vez de um grande discurso, e nenhum dos dois escorregou ou se perdeu em sua resposta de forma a parecer sair derrotado do encontro.Uma pesquisa da rede de TV CNN conduzida imediatamente após o debate apontou vantagem para Barack Obama. Entre os entrevistados, 54% disseram que Obama se saiu melhor, contra apenas 30% que preferiram a atuação de McCain.A presença de perguntas do eleitorado pediu algumas posições mais objetivas dos dois candidatos, tanto em relação à economia, que voltou a ser o tema de abertura do debate, quanto sobre a saúde pública e as relações internacionais. As questões foram em busca dos efeitos da crise para a população, do que a população sentiria de diferente entre os dois candidatos. E o foco do debate acabou sendo exatamente este público, a classe média que os dois candidatos tentam conquistar.O candidato democrata usou boa parte de suas respostas para tentar mostrar qu
Ataques de campanha criaram expectativa de confronto aberto.
Barack Obama e John McCain preferiram discutir idéias e propostas.
Do G1, em São Paulo
Uma discussão tranqüila prevaleceu sobre a briga que era prevista pela maioria dos analistas políticos norte-americanos para a noite desta terça-feira (7), quando os candidatos à Presidência do país voltaram a se encontrar em um debate. Barack Obama e John McCain evitaram repetir os ataques violentos que tomaram conta das campanhas nos últimos dias, e preferiram expor suas idéias de forma calma, com ataques suaves e esporádicos.
Veja como foi a cobertura em tempo real no G1
Em um formato diferente do último encontro, os dois candidatos caminharam por uma pequena platéia respondendo questões de pessoas que assistiam ao encontro e de outras que haviam chegado pela internet. Eles pareciam confortáveis com a idéia de uma conversa, em vez de um grande discurso, e nenhum dos dois escorregou ou se perdeu em sua resposta de forma a parecer sair derrotado do encontro.
Uma pesquisa da rede de TV CNN conduzida imediatamente após o debate apontou vantagem para Barack Obama. Entre os entrevistados, 54% disseram que Obama se saiu melhor, contra apenas 30% que preferiram a atuação de McCain.
A presença de perguntas do eleitorado pediu algumas posições mais objetivas dos dois candidatos, tanto em relação à economia, que voltou a ser o tema de abertura do debate, quanto sobre a saúde pública e as relações internacionais. As questões foram em busca dos efeitos da crise para a população, do que a população sentiria de diferente entre os dois candidatos. E o foco do debate acabou sendo exatamente este público, a classe média que os dois candidatos tentam conquistar.
O candidato democrata usou boa pa