Desde pequenininha, adorava assistir “E o Vento Levou”, filme que tem uma coleção de frases antológicas (gosto do Rhett Butler dizendo pra Scarlett como é que ela nunca tem um lenço nas crises de choro, hehehe - e “Frankly my dear, I don’t give a damm” é um bordão que adotei desde sempre).Duas frases são marcantes: “I’ll never be hungry again” e “Tomorrow will be another day” - que ela sempre falava quando tudo estava um lixo, numa espécie de Pollyanna versão diva-gay.Há 9 anos atrás eu tive uma sensação assim. Tinha feito 31 anos, estava casada, com um filho e…com a estranha sensação de estar vendo letreiro de fim de filme sabem? E achava muito triste e chato ver letreiro de fim de filme com 31 anos de idade - já pensou? Passar uns bons 50 anos assim? Nem o Dalai Lama consegue ter tanto desprendimento…Aliás, nem o melhor filme do mundo vc aguenta, que dirá o letreiro de um…Resolvi comemorar o meu aniversário com uma amiga minha muito muito querida em Salvador, que é praticamente minha 2a casa. Deixamos maridos aqui, e fomos.Fomos, estava tudo ótimo, e no sábado, 4 de dezembro, um sol de lascar, ela pediu pra voltar pro Pelourinho. E quando chegamos, uma grata surpresa nos aguardava, pois…O Pelourinho estava em festa!!!!Era dia de Santa Bárbara (que é sincretizada na umbanda e no Candomblé com Iansã). Eu sei que os puristas não gostam dessa coisa do sincretismo religioso, mas na Bahia isso funciona às mil maravilhas: vc vê uma multidão de pessoas vestidas de vermelho, carregando a imagem de Santa Bárbara pelas ruas do Pelourinho - ou seja, carregam a imagem católica com as cores do orixá, numa cena não só plasticamente bonita, mas emocionante também:Foto do Ricardo Freire, em um post com sequência de fotos antológica da festaNa Igreja, as baianas e mães de santo, todas paramentadééésimas, ficam no altar, ao lado do Padre - uma cena que somente na Bahia vc pode ver (por sinal, na mesma Igreja onde vc ouve um ...
Desde pequenininha, adorava assistir “E o Vento Levou”, filme que tem uma coleção de frases antológicas (gosto do Rhett Butler dizendo pra Scarlett como é que ela nunca tem um lenço nas crises de choro, hehehe - e “Frankly my dear, I don’t give a damm” é um bordão que adotei desde sempre).
Duas frases são marcantes: “I’ll never be hungry again” e “Tomorrow will be another day” - que ela sempre falava quando tudo estava um lixo, numa espécie de Pollyanna versão diva-gay.
Há 9 anos atrás eu tive uma sensação assim. Tinha feito 31 anos, estava casada, com um filho e…com a estranha sensação de estar vendo letreiro de fim de filme sabem? E achava muito triste e chato ver letreiro de fim de filme com 31 anos de idade - já pensou? Passar uns bons 50 anos assim? Nem o Dalai Lama consegue ter tanto desprendimento…Aliás, nem o melhor filme do mundo vc aguenta, que dirá o letreiro de um…
Resolvi comemorar o meu aniversário com uma amiga minha muito muito querida em Salvador, que é praticamente minha 2a casa. Deixamos maridos aqui, e fomos.
Fomos, estava tudo ótimo, e no sábado, 4 de dezembro, um sol de lascar, ela pediu pra voltar pro Pelourinho. E quando chegamos, uma grata surpresa nos aguardava, pois…
O Pelourinho estava em festa!!!!
Era dia de Santa Bárbara (que é sincretizada na umbanda e no Candomblé com Iansã). Eu sei que os puristas não gostam dessa coisa do sincretismo religioso, mas na Bahia isso funciona às mil maravilhas: vc vê uma multidão de pessoas vestidas de vermelho, carregando a imagem de Santa Bárbara pelas ruas do Pelourinho - ou seja, carregam a imagem católica com as cores do orixá, numa cena não só plasticamente bonita, mas emocionante também:
Foto do Ricardo Freire, em um post com sequência de fotos antológica da festa
Na Igreja, as baianas e mães de santo, todas paramentadééésimas, ficam no altar, ao lado do Padre - uma cen