Lembram dessa cena aqui de Tomates Verdes Fritos ?Então… Hoje de manhã (SEIS da manhã pra ser mais precisa) fui ao Ceasa comprar flores (pra quem nunca foi, é uma coisa linda de morrer - as flores são baratíssimas, e vc encontra todas as flores e plantas que imaginar) e, quando cheguei ao estacionamento, meu carro estava trancado - não havia como sair, pois um ser resolveu estacionar em um local onde é proibido inclusive PARAR (manja aquela placa com dois traços em cima do E? Então…)Fui até o caixa, perguntei o que eles iriam fazer a respeito ( já que sequer deveriam ter permitido que o indivíduo parasse o carro naquele local) e todos fizeram ouvidos de mercador. Esperei alguns minutos e nada. Finalmente, achei o fim da picada uma situação daquelas e, como ando meio “sem filtro” (meaning, pouca tolerância com os outros ou com quem me incomode) não tive dúvidas: de uma vez que o carro não deveria estar lá, agi como se ele não estivesse lá. Fim. Case closed.Meu carro é daqueles que têm o estepe pendurado na porta sabe? Então…eu saí de lá sem um arranhão; quanto à porta do outro carro, não posso dizer o mesmo. E ainda fiz questão de deixar um bilhete dizendo “VOCÊ PAROU EM LOCAL PROIBIDO” (pensando bem, eu devia ter assinado LR, como um Zorro de saias tupiniquim…)Quem sabe a pessoa aprende né? Meu problema agora como é que vou contar essa história na terapia, hehehe…Sério agora moçada: eu sei que a gente não deve fazer justiça com as próprias mãos, e que isso faz mal pra mim também, porque me aborreço. Mas caramba, tem uma hora que a gente cansa de ficar quieta, de agir de acordo com as regras socialmente aceitáveis e só tomar castanhada na cabeça né? Não sou tão evoluída assim.Hoje foi um desses dias, e Lady Rasta super heroína defensora dos fracos e oprimidos entrou em ação. Ao menos me senti vingada - e confesso que adoraria ter visto a cara do indivíduo ao ver o estado do carro dele… E quer saber? Estou feliz - e não puta da v
Lembram dessa cena aqui de Tomates Verdes Fritos ?
Então… Hoje de manhã (SEIS da manhã pra ser mais precisa) fui ao Ceasa comprar flores (pra quem nunca foi, é uma coisa linda de morrer - as flores são baratíssimas, e vc encontra todas as flores e plantas que imaginar) e, quando cheguei ao estacionamento, meu carro estava trancado - não havia como sair, pois um ser resolveu estacionar em um local onde é proibido inclusive PARAR (manja aquela placa com dois traços em cima do E? Então…)
Fui até o caixa, perguntei o que eles iriam fazer a respeito ( já que sequer deveriam ter permitido que o indivíduo parasse o carro naquele local) e todos fizeram ouvidos de mercador. Esperei alguns minutos e nada. Finalmente, achei o fim da picada uma situação daquelas e, como ando meio “sem filtro” (meaning, pouca tolerância com os outros ou com quem me incomode) não tive dúvidas: de uma vez que o carro não deveria estar lá, agi como se ele não estivesse lá. Fim. Case closed.
Meu carro é daqueles que têm o estepe pendurado na porta sabe? Então…eu saí de lá sem um arranhão; quanto à porta do outro carro, não posso dizer o mesmo. E ainda fiz questão de deixar um bilhete dizendo “VOCÊ PAROU EM LOCAL PROIBIDO” (pensando bem, eu devia ter assinado LR, como um Zorro de saias tupiniquim…)
Quem sabe a pessoa aprende né? Meu problema agora como é que vou contar essa história na terapia, hehehe…
Sério agora moçada: eu sei que a gente não deve fazer justiça com as próprias mãos, e que isso faz mal pra mim também, porque me aborreço. Mas caramba, tem uma hora que a gente cansa de ficar quieta, de agir de acordo com as regras socialmente aceitáveis e só tomar castanhada na cabeça né? Não sou tão evoluída assim.
Hoje foi um desses dias, e Lady Rasta super heroína defensora dos fracos e oprimidos entrou em ação. Ao menos me senti vingada - e confesso que adoraria ter visto a cara do indi