Nunca escondi que não compartilho o pensamento de que Kaká seja um boleiro diferenciado no meio do futebol.É lógico que vindo de uma estrutura sócio-familiar muito mais sólida que a maioria dos jogadores, o craque milanista apresenta algumas coisas a mais que a média, consegue falar esses e se refere a si mesmo no singular, o que já é um alívio para os ouvidos.Mas isto é pouco. A postura cordeirinha de bom menino e o excessivo cuidado com o que fala - nem sempre o que pensa, é o que me parece - me irritam bastante a acabam por me induzir a colocar Kaká no plano dos comuns no que se refere ao fora do campo, que fique bem claro.Nem de longe consigo ver nele a lucidez de um Roque Júnior, a claridade de um Alex (Fener), o pensamento crítico de um Sócrates ou um Casagrande.Em 2 ocasiões confesso que me desarmei do que penso para internamente aplaudir Kaká. A primeira foi no embate com Dunga, quando o meia se impôs pelo craque que é e pelo que representa, requerendo seu espaço na seleção.A segunda foi agora ao recusar a oferta do Manchester City. Hoje em dia é tão difícil ver alguém dizer não ao dinheiro, quanto mais quando falamos de somas tão astronômicas, que a atitude é sem dúvida alguma digna de aplausos. Mas a resposta mais convincente de Kaká foi dada neste domingo. Pelo campeonato italiano o meia fez uma bela partida contra o Bologna.O Milan venceu por 4X1 e Kaká foi premiado com 2 gols. O segundo um golaço no melhor estilo winning eleven. Quem joga vai ver que o gol foi muito de vídeo game.Posted in Futebol Internacional Tagged: alex, bologna, bom menino, bom moço, calcio, campeonato italiano, casagrande, cbjv, confederaçao brasileira de jogadores virtuais, cordeirinho, dunga, kaka, manchester city, milan, proposta milionaria, resposta convincente, roque-junior, Seleção Brasileira, socrates, video game, w11, winning eleven
Nunca escondi que não compartilho o pensamento de que Kaká seja um boleiro diferenciado no meio do futebol.
É lógico que vindo de uma estrutura sócio-familiar muito mais sólida que a maioria dos jogadores, o craque milanista apresenta algumas coisas a mais que a média, consegue falar esses e se refere a si mesmo no singular, o que já é um alívio para os ouvidos.
Mas isto é pouco. A postura cordeirinha de bom menino e o excessivo cuidado com o que fala - nem sempre o que pensa, é o que me parece - me irritam bastante a acabam por me induzir a colocar Kaká no plano dos comuns no que se refere ao fora do campo, que fique bem claro.
Nem de longe consigo ver nele a lucidez de um Roque Júnior, a claridade de um Alex (Fener), o pensamento crítico de um Sócrates ou um Casagrande.
Em 2 ocasiões confesso que me desarmei do que penso para internamente aplaudir Kaká. A primeira foi no embate com Dunga, quando o meia se impôs pelo craque que é e pelo que representa, requerendo seu espaço na seleção.
A segunda foi agora ao recusar a oferta do Manchester City. Hoje em dia é tão difícil ver alguém dizer não ao dinheiro, quanto mais quando falamos de somas tão astronômicas, que a atitude é sem dúvida alguma digna de aplausos.
Mas a resposta mais convincente de Kaká foi dada neste domingo. Pelo campeonato italiano o meia fez uma bela partida contra o Bologna.
O Milan venceu por 4X1 e Kaká foi premiado com 2 gols. O segundo um golaço no melhor estilo winning eleven. Quem joga vai ver que o gol foi muito de vídeo game.
Posted in Futebol Internacional Tagged: alex, bologna, bom menino, bom moço, calcio, campeonato italiano, casagrande, cbjv, confederaçao brasileira de jogadores virtuais, cordeirinho, dunga, kaka, manchester city, milan, proposta milionaria, resposta convincente, roque-junior, Seleção Brasileira, socrates, video game, w11, winning eleven