Ao ver e rever esta fabulosa animação (sem palavras!), dei por mim a pensar nas aprendizagens significativas e noutras teorias da aprendizagem como o constructivismo, a pedagogia diferenciada, a pedagogia da autonomia, na pedagogia de Freinet e em Bruner, entre outros.
A melhor aprendizagem e o seu aprofundamento e aperfeiçoamento fazem-se com tentativa e erro para, gradualmente, adquirimos competências e capacidade de adaptação a múltiplos contextos e problemas que nos são colocados ao longo da vida.
Para se atingir a perfeição da arte da olaria, o aprendiz precisa de construir o seu conhecimento, necessita de procurar, por ele próprio, as soluções, os caminhos a percorrer, as técnicas, os meios de resolução.
Felizmente, para este aprendiz, o oleiro, sábio e esclarecido, proporciona-lhe esse contexto de liberdade de aprender. Passo a passo, tentativa após tentativa, molda o barro até obter o vaso semelhante ao do seu mestre.
E o desafio aumenta! Passado o primeiro estádio, apesar das dificuldades e do nível de exigência, mas numa atitude confiante e perseverante, é possível ir ainda mais longe na perfeição...
Nesta pequena história, saliento dois factores: a nossa capacidade férrea de acreditar em nós e nos outros; e a paciência e a tolerância daquele que, detendo o conhecimento, reconhece que cabe ao outro o direito e o dever de construir o seu próprio percurso de aprendizagem, com responsabilidade!
A alegria, o regozijo e plenitude são alcançados, não propriamente pelo desejo concretizado, mas sim pelo caminho percorrido.
Com facilidade estabeleço esta relação com a Escola, o Ensino, os Professores, os Alunos e as Famílias.
Com alguma facilidade crio elos de ligação com esta comunidade virtual de aprendizagem e os membros que nela (con)vivem: este é o espaço e o contexto; este é o lugar onde poderei, com o apoio e o acompanhamento de outros, melhorar os meus conhecimentos e desenvolver as minhas capacidades e
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