Existe uma rede de praticantes de estupro no Brasil. São homens pertencentes aos mais variados níveis sociais. Muito provavelmente pertencentes a associações secretas, pois se ajudam nestas ações perversas. As mulheres escolhidas para serem estupradas são mães, irmãs, primas, esposas e pessoas próximas ao agressor.Os tais "homens" ao escolherem, talvez, a própria mãe para ser estuprada por ele mesmo e por seus "amigos" de gang, entende que a mesma está merecendo ser castigada. Assim, mantém um estado mental de consciência "limpa", enquanto acabam com o corpo e a vida da vítima.Por que acabam com a vida da pessoa?Porque, as mulheres estupradas, são drogadas quando estão dormindo. Primeiramente, usam anestésicos como clorofórmio ou a substância Ketamine, que é um anestésico veterinário, para imobilizar a vítima.Depois desses anestésicos, aplicam outras drogas para relaxar a musculatura, hormônios e calmantes via injeções. Para que a pessoa não veja as marcas de agulhas, apertam a pele, como se estivesse beliscando, a fim de que fique uma mancha roxa. Por fim, depois da sessão de tortura, aplicam outra injeção com o medicamento "Dormire", que entre outros efeitos, provoca, amnésia dos fatos recentes. Ou seja, a vítima não esquece quem é, mas esquece o que aconteceu durante a sessão de estupro.Os sinais de violência aparecem no corpo e na mente. Normalmente, a vítima só se dá conta de tudo após alguns dias do acontecido, uma vez que acordará na própria cama em que, conscientemente, foi dormir, se já tiver ciência de que está sendo vitimizada, embora não saiba quem seja o(s) autor(es) do crime.Se a vítima ainda não houver descoberto que está sendo violentada, estuprada ou sodomizada, pensará que está doente, com problemas intestinais (devido sexo anal), dores musculares nos braços e pernas, ardência no nariz, garganta inchada, pele flácida, barriga saliente, alterações esqueléticas, hemorróidas, dores abdominais, retração gengival, raciocínio lent
Uma menina ienemita de 12 anos, que foi forçada a se casar, morreu por complicações durante o parto, denunciou uma organização de defesa dos direitos infantis, que exige do governo a proibição de casamentos de crianças. A menina, Fawziya Abdullah Youssef, faleceu na sexta-feira no oeste de Iêmen e o bebê também morreu no parto. Segundo a Organização Iemenita de Proteção à Infância (Seyaj), o caso de Fawziya ilustra a tragédia das meninas conhecidas como “noivas da morte”, crianças com menos de 15 anos forçadas a casar por motivos financeiros, principalmente nas áreas rurais do país. “Esses casamentos são resultado da pobreza e da ignorância e levam à destruição da vida dessas meninas tão jovens”, declarou Ahmed al-Qorashi, diretor da Seyaj. No ano passado, um tribunal local concedeu o divórcio a uma menina de 8 anos forçada pelo pai desempregado a casar com um homem de 28 anos. O caso de Nojud Mohammed Ali trouxe à luz o sofrimento de muitas adolescentes forçadas a se casar. “Isso é uma tragédia real e o governo é o principal responsável porque o presidente (Ali Abdullah Saleh) ainda não promulgou a lei de idade mínima para o casamento adotada pelo parlamento em fevereiro passado”, afirmou a advogada que conseguiu o divórcio de Nojud, Shaza Nasser. Segundo ela, o governo deveria lançar uma campanha de conscientização nas áreas rurais para impedir que clérigos realizem contratos de casamento com meninas menores de 17 anos. Segundo o site do jornal “Al Thawra”, a menina foi tirada da escola quando tinha 11 anos para se casar, já que a família é pobre e o pai dela está doente. AFP e G1 Leia também: http://brasilcontraapedofilia.wordpress.com/2009/08/28/hamas-nega-participacao-de-casamento-em-massa-infantil/http://anjoseguerreiros.blogspot.com/2009/08/infancia-perdida-abuso-certo-voce.html