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"Atendimento gratuito em glaucoma beneficia 400 pessoas". To change this title, or add tags or comments,
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Farah Jorge Farah: "Vou chorar sempre" Em entrevista exclusiva a ÉPOCA, o ex-cirurgião plástico que esquartejou a ex-amante em 2003 diz lamentar pela mãe da vítima e afirma confiar na Justiça SOLANGE AZEVEDO ÉPOCA - Quem era Farah Jorge Farah antes do crime ? Farah Jorge Farah - Alegre, trabalhador, solidário, espalhava alegria onde estava, valorizando mais a ternura do que outras coisas materiais, supérfluas e passageiras. Baseado nos exemplos de meus pais, que muito me impregnaram. Com falhas e defeitos como qualquer ser humano. ÉPOCA - Quem é hoje? Farah - Um homem deprimido, triste, amargurado, em definhamento progressivo com o que tem vindo com a idade e as dores pelo ocorrido nos últimos anos, muitas vezes solitário, tentando um caminho para reerguer-se do chão. Assim me sinto muitas vezes, tendo restado poucos amigos do passado. Fico feliz quando alguém me dá um pouco de atenção. A maior esperança, se não nesta vida, é a volta de Joshua. Como, também, me disse um amigo do Beit Chabad, uma ala interessante do judaísmo, aguardam o Messias para breve, com a diferença de ser esta a primeira vinda por eles esperada. Ele esclarecerá e restaurará todas as coisas, assim esperamos, e enxugará dos olhos toda lágrima. ÉPOCA - Por que o senhor matou Maria do Carmo Alves? Farah - Dói muito tentar rememorar os fatos, e vai doer muito ainda. O ocorrido foi amplamente exposto no processo em curso. Lamento amarguradamente pela falta de lucidez naquele momento. ÉPOCA - Como explicar o homicídio? Farah - Uma pessoa estressada, em súbito envolvimento numa situação desesperadora, perde o controle, o rumo, e estraga toda a sua vida; não apenas a própria. ÉPOCA - Por que nunca se refere ao caso como "homicídio" ou diz "eu matei"? Farah - Na realidade, qualquer que seja o termo, há muita amargura. ÉPOCA - O senhor se sente culpado? Farah - Lamento amarguradamente pela falta de lucidez naquele momento tão estressante e desesperador. Terei de conviver com isso pel
Comunidade do Village Campestre II participou de triagem Cerca de 400 pessoas se submeteram à triagem para o atendimento gratuito em glaucoma, realizado na manhã deste sábado (24) no Village Campestre II, em Maceió. A ação mobilizou médicos oftamologistas de clínicas da capital, sendo organizada por lideranças comunitárias do bairro. “Todas estas pessoas, quando detectado o glaucoma, receberam tratamento e vão receber colírio que controla a doença, em uma ação que tem como objetivo proporcionar mais saúde para nossa comunidade,” afirma Marcos Firmino, líder comunitário do bairro e um dos organizadores da ação. Após o sucesso da ação, um outro atendimento gratuito em glaucoma está sendo programado para o dia 7 de novembro, na região do Salvador Lyra. “Já estamos em contato com lideranças do Salvador Lyra para realizar o atendimento naquela comunidade, em parceria com outras entidades e com a clínica Iofal, nosso parceiro neste atendimento”, destacou Marcos Firmino. O atendimento aconteceu na Escola Vovô João, na rua Rosa Viterbiana de Lima, 649. no Village II. O público alvo do atendimento foi o grupo de pessoas onde a incidência do glaucoma é mais freqüente: idosos acima de 60 anos, parentes de portadores de glaucoma, e homens e mulheres com mais de 40 anos que sejam negros, que tenham hipertensão, diabetes ou miopia em grau elevado. Glaucoma é uma doença ocular causada principalmente pela elevação da pressão intra-ocular que provoca lesões no nervo ótico e, como conseqüência, comprometimento visual. Se não for tratado adequadamente, leva a cegueira. Há vários tipos de glaucoma. O glaucoma crônico simples ou glaucoma de ângulo aberto, que representa mais ou menos 80% dos casos, incide nas pessoas acima de 40 anos e pode ser assintomático. Ele é causado por uma alteração anatômica na região do ângulo da câmara anterior, que impede a saída do humor aquoso e aumenta a pressão intra-ocular. Gazetaweb