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"MP investiga se mãe de aluna estimulou briga na porta da escola". To change this title, or add tags or comments,
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SÃO PAULO - O Ministério Público de São Paulo e o Juizado da Infância e Juventude de São Roque, a 55 quilômetros da capital, vão investigar o caso de duas adolescentes que brigaram na saída de uma escola em Araçariguama. Segundo cenas gravadas pelo celular de um estudante, a mãe de uma das adolescentes teria estimulado a agressão. Meire Aparecida Fernandes trabalha como monitora de transporte escolar. - Vai Luíza, mete o pé. Que nem eu te ensinei. Mete um soco na cara, seu pai tá no carro - gritou a mulher. Alguns estudantes ainda tentaram separar a briga, mas ela não deixou. - Não entra ninguém. Não vai entrar ninguém. É minha filha, ela vai resolver - disse ela. A adolescente agredida fez exame de corpo de delito e o resultado vai sair em 15 dias. O resultado deve ser enviado para o Ministério Público e para o Juizado da Infância e Juventude. Meire diz que está arrependida de ter estimulado a briga, mas não reprova o comportamento da filha. Ela trabalha como monitora escolar em um ônibus. Meire é responsável por cuidar das crianças e adolescentes no caminho de casa para escola. De acordo com o Conselho Tutelar, as duas adolescentes são vítimas. Quem precisa ser investigada é a monitora. Na prefeitura de Araçariguama, a informação é que tanto o prefeito quanto a Secretária de Educação estão viajando e não podem informar que providências serão tomadas. O Globo
SÃO PAULO - O Ministério Público de São Paulo e o Juizado da Infância e Juventude de São Roque, a 55 quilômetros da capital, vão investigar o caso de duas adolescentes que brigaram na saída de uma escola em Araçariguama. Segundo cenas gravadas pelo celular de um estudante, a mãe de uma das adolescentes teria estimulado a agressão. Meire Aparecida Fernandes trabalha como monitora de transporte escolar. - Vai Luíza, mete o pé. Que nem eu te ensinei. Mete um soco na cara, seu pai tá no carro - gritou a mulher. Alguns estudantes ainda tentaram separar a briga, mas ela não deixou. - Não entra ninguém. Não vai entrar ninguém. É minha filha, ela vai resolver - disse ela. A adolescente agredida fez exame de corpo de delito e o resultado vai sair em 15 dias. O resultado deve ser enviado para o Ministério Público e para o Juizado da Infância e Juventude. Meire diz que está arrependida de ter estimulado a briga, mas não reprova o comportamento da filha. Ela trabalha como monitora escolar em um ônibus. Meire é responsável por cuidar das crianças e adolescentes no caminho de casa para escola. De acordo com o Conselho Tutelar, as duas adolescentes são vítimas. Quem precisa ser investigada é a monitora. Na prefeitura de Araçariguama, a informação é que tanto o prefeito quanto a Secretária de Educação estão viajando e não podem informar que providências serão tomadas. O Globo