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Crítica: 500 dias com ela,retrata de forma sutil e realista um relacionamento amoroso com todos os questionamentos e dilemas possiveis,de Tom e Summer que se conhecem(destino? ou coincidência?) em um escritorio de cartões comemorativos onde se inicia a história baseada nas lembranças do tempo (500 dias) que passou com ela. Summer não acredita no amor,talvez por ter a experiência de seus pais separados,ela alimenta a idéia de que o amor é uma fantasia,uma ilusão,por outro lado Tom é totalmente apaixonado,acredita em destino,almas gêmeas,o encontro dos dois opostos é o cerne da questão. O filme tem contrastes suaves,e a narrativa se desenrola em forma de flashback,muita coisa fica misturada entre o que é real e as fantasias criadas por Tom,ele lembra dos momentos que passou com ela,cada detalhe é exposto,a fantasia alimentada sem ver os defeitos de Summer;"Amo seu sorriso,seu cabelo,seus joelhos,a marquinha de nascença de coração que ela tem no pescoço,amo como ela lambe os labios as vezes antes de falar,o som da risada dela,o jeito quando esta dormindo,amo como ela me faz sentir,como se tudo fosse possivel,como se a vida valesse a pena.." A única coisa que os dois tem em comum é o fato de pensarem que nunca seriam felizes,interessante que o filme da entender dois pensamentos:o primeiro de haver destino(expectativa?),e das pessoas se encontrarem atraidos por uma força cósmica,que é a visão inicial quando as possibilidades indicam ser quase remota o encontro dos dois,com tantas excentricidades,pessoas distintas que gostam das mesmas bizarrices,e já pro meio do filme é apresentado uma visão mais realista que na verdade o enlace das pessoas é puramente coincidência e que não há milagres ou encanto como se pensa quando se vivencia um sentimento forte. O erro do filme esta ai,o diretor não soube se posicionar quanto ao propósito,pareceu perder o foco e se enrolou com as narrativas que não acrescentaram em nada ao filme,ficou um tanto contraditório as falas do narrador
Crítica: 500 dias com ela,retrata de forma sutil e realista um relacionamento amoroso com todos os questionamentos e dilemas possiveis,de Tom e Summer que se conhecem(destino? ou coincidência?) em um escritorio de cartões comemorativos onde se inicia a história baseada nas lembranças do tempo (500 dias) que passou com ela. Summer não acredita no amor,talvez por ter a experiência de seus pais separados,ela alimenta a idéia de que o amor é uma fantasia,uma ilusão,por outro lado Tom é totalmente apaixonado,acredita em destino,almas gêmeas,o encontro dos dois opostos é o cerne da questão. O filme tem contrastes suaves,e a narrativa se desenrola em forma de flashback,muita coisa fica misturada entre o que é real e as fantasias criadas por Tom,ele lembra dos momentos que passou com ela,cada detalhe é exposto,a fantasia alimentada sem ver os defeitos de Summer;"Amo seu sorriso,seu cabelo,seus joelhos,a marquinha de nascença de coração que ela tem no pescoço,amo como ela lambe os labios as vezes antes de falar,o som da risada dela,o jeito quando esta dormindo,amo como ela me faz sentir,como se tudo fosse possivel,como se a vida valesse a pena.." A única coisa que os dois tem em comum é o fato de pensarem que nunca seriam felizes,interessante que o filme da entender dois pensamentos:o primeiro de haver destino(expectativa?),e das pessoas se encontrarem atraidos por uma força cósmica,que é a visão inicial quando as possibilidades indicam ser quase remota o encontro dos dois,com tantas excentricidades,pessoas distintas que gostam das mesmas bizarrices,e já pro meio do filme é apresentado uma visão mais realista que na verdade o enlace das pessoas é puramente coincidência e que não há milagres ou encanto como se pensa quando se vivencia um sentimento forte. O erro do filme esta ai,o diretor não soube se posicionar quanto ao propósito,pareceu perder o foco e se enrolou com as narrativas que não acrescentaram em nada ao filme,ficou um t