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"Vídeo na internet mostra agressão a outra aluna da Uniban, onde jovem foi hostilizada por usar vestido curto". To change this title, or add tags or comments,
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Fui perseguido e descriminado o semestre inteiro pela professor Leilane, omde a mesma prometeu e compriu a promessa cancelou os meus trabalhos,onde fiquei com média2,5 e o mesmo trabalho avaliado por outro professor fiquei com média 7,0. Levei a reclamação na UNIBAN e eles não fizeram nado.Omar Campos 9630-7127
SÃO PAULO - A estudante Geisy Arruda, de 20 anos, hostilizada por ir com um vestido curto à aula , não foi a primeira a ser vítima de agressão de estudantes da universidade Uniban, em São Bernardo do Campo. Em 2 de abril deste ano, uma aluna tentou ir embora durante uma manifestação dos alunos contra a mudança no sistema de provas. As cenas da violência foram colocadas na internet. Na tentativa de se livrar dos cones jogados pelos manifestantes, a motorista parou o carro e deu marcha-a-ré. Jovens passaram a chutar o veículo da jovem e teriam chegado a bater nela. A ex-aluna, que não quis ser identificada, conta que teve hematomas e ferimentos perto do olho. Ela explica que não participou da manifestação porque tinha que cuidar da filha, que estava doente, e abandonou o curso depois da agressão. Ela acha que a hostilidade sofrida por Geisy é muito parecida com a que sofreu. - Muito parecido. A falta de amizade com a outra pessoa, porque todos estão ali para poder estudar, para poder aprender - diz ela. Geisy teve de deixar a faculdade escoltada pela PM. Ela foi xingada e humilhada e saiu com um jaleco, oferecido por um professor da universidade. O vice-reitor da Uniban, Ellis Wayne Brown, descarta a intenção de expulsar alunos envolvidos na hostilidade. - No momento, eu não estou enxergando esse nível ou essa proporção. O que a comissão de sindicância está apurando até agora é que o incidente foi extremamente localizado - afirmou Brown. Sobre a agressão sofrida pela estudante de educação física, que tentou sair durante uma manifestação, o vice-reitor argumenta que não foram alunos da universidade. - Toda vez que se instala um campus. A primeira coisa que aparece é um monte de barzinho em volta. Há uma movimentação muito intensa e a maior parte não é ação dos alunos - disse. Geysi Arruda diz que está ansiosa para retornar à universidade . A jovem que sofreu as agressões físicas em abril afirma que tem depressão e faz tratamento psicológico. E não pensa em
SÃO PAULO - A estudante Geisy Arruda, de 20 anos, hostilizada por ir com um vestido curto à aula , não foi a primeira a ser vítima de agressão de estudantes da universidade Uniban, em São Bernardo do Campo. Em 2 de abril deste ano, uma aluna tentou ir embora durante uma manifestação dos alunos contra a mudança no sistema de provas. As cenas da violência foram colocadas na internet. Na tentativa de se livrar dos cones jogados pelos manifestantes, a motorista parou o carro e deu marcha-a-ré. Jovens passaram a chutar o veículo da jovem e teriam chegado a bater nela. A ex-aluna, que não quis ser identificada, conta que teve hematomas e ferimentos perto do olho. Ela explica que não participou da manifestação porque tinha que cuidar da filha, que estava doente, e abandonou o curso depois da agressão. Ela acha que a hostilidade sofrida por Geisy é muito parecida com a que sofreu. - Muito parecido. A falta de amizade com a outra pessoa, porque todos estão ali para poder estudar, para poder aprender - diz ela. Geisy teve de deixar a faculdade escoltada pela PM. Ela foi xingada e humilhada e saiu com um jaleco, oferecido por um professor da universidade. O vice-reitor da Uniban, Ellis Wayne Brown, descarta a intenção de expulsar alunos envolvidos na hostilidade. - No momento, eu não estou enxergando esse nível ou essa proporção. O que a comissão de sindicância está apurando até agora é que o incidente foi extremamente localizado - afirmou Brown. Sobre a agressão sofrida pela estudante de educação física, que tentou sair durante uma manifestação, o vice-reitor argumenta que não foram alunos da universidade. - Toda vez que se instala um campus. A primeira coisa que aparece é um monte de barzinho em volta. Há uma movimentação muito intensa e a maior parte não é ação dos alunos - disse. Geysi Arruda diz que está ansiosa para retornar à universidade . A jovem que sofreu as agressões físicas em abril afirma que tem depressão e faz