O país que nos habituou a nomes fortes como Volvo, Ikea, Absolut também exporta sasonalmente bandas e cantores de valor algo duvidoso, mas que lá vão alcançando algum sucesso (por vezes, muito) além fronteiras. Para além dos inesquecíveis Abba, tivemos ainda que fazer o sacrifício desde a década de 80 de ouvir temas de grupos como Ace of Base, Dr. Alban, Roxette e talvez os mais traumatizantes de todos para quem viveu na década de 80, os Europe!No entanto, também é verdade que, uma vez por outra, chegam ao nosso país alguns trabalhos de maior qualidade e menos mainstream. O nome hoje proposto é de uma jovem com um estranho nome: Lykke Li. A música que se segue revela elevados níveis de viciosidade e cantarolaridade, pelo que se fôr uma pessoa impressionável não a deverá escutar! No entanto, se resistir à tentação e carregar no “play”, é provável que saia de casa a cantar “dance, dance, dance…”