Depois duma noite bastante longa e demasiado quente, acordo para almoçar. No meu ritual de acordar, diferente do das pessoas normais refira-se, inicia-se uma inusitada conversa. Continuo pela tarde dentro até ao jogo de Portugal enquanto continuo o trabalho interrompido por algumas horas de sono. É entusiasmante e tem piada conversar.
Depois de jantar uma diferente conversa acaba com a certeza de que é divertido conversar sobre o que intitulou com afago de “misterioso e velhaco” e que até concordo pela piada da definição.
Hoje recebo um mail do meu director de curso. Com isso, sem saber porquê, navego sem destino. A extensão do Firefox do del.icio.us tem uma actualização. Achei, depois da mesma ter ocorrido, uma altura interessante para ver o que para lá tinha. Com isso, sem saber porquê, navego sem destino.
E deixou de ter piada.
É, e vou conseguir e tenho de ter força, etc. Mas, visto o descritivo acima enunciado na sua sucessão encadeada de passos, não resisto e é mais forte do que eu: Para quê.
E andei a ouvir muito há uns tempos Hôtel Costes vol.1.
Um CD do melhor chillout lounge com que me deparei nos últimos anos. Isto é o que imagino de lounge puro, ou melhor, o que imagino da sua evolução natural — uma vez que agora o lounge assenta praticamente todo numa base de ‘música electrónica chilled’ — mantendo o seu propósito inicial dos anos 20-30: a necessidade de haver algum tipo de música adequado para passar nos halls de entrada dos hotéis.
Gosto do CD todo sendo-me difícil destacar uma música. Talvez pela soneriedade normalmente considerada mais exótica, esta.
Mas com a certeza porém de que não devo deixar passar despercebido uma das raras — muito raras mesmo — músicas em francês de que gosto.
Sim, a primeira música aqui disponibilizada para ouvir já é em francês. Mas não conta, porque esta última música é a primeira do CD a aparecer em francês. E também é a q
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